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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A Boa Vida



Duas senhoras dinamarquesas - mãe e filha - residem no ensolarado litoral português. Durante suas vidas, elas tiveram dinheiro suficiente para viver a boa vida: trabalho zero combinado a todo o tipo de prazer. Mas elas têm um problema: a fortuna acabou.

A Boa Vida é um documentário sobre como ser pobre quando você está acostumado a ser rico. Através dessa história simples, o filme desdobra um complexo conto sobre o inevitável destino de um família, sobre status e dinheiro, sobre eventos cruciais na história europeia, e sobre uma menina que cresceu acreditando que dinheiro cresce em árvores.

"Você não me preparou para nada disso. Eu fui criada para herdar montanhas de dinheiro, e elas não estão aqui."

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Quem não faz poeira come poeira.


(Fragmentos desorganizados do livro de André Ranschburg: Histórias de um homem de marketing que faz dinheiro e sucesso fabricando jeans.)

O captalismo é um jogo. “Meta” não é objetivo do capitalismo. Foi do comunismo. Faz poeira quem vai na frente. Quem vem depois, faça a poeira que fizer, come poeira dos que puxam a corrida. Qualquer corrida.


                       ______Moral da história_____

O preço do comando correto é a plena liberdade.

A luta é entre fracos e fortes. Entre os que podem e os outros.

Ser bom é enfrentar brinde com brinde.

Sem mapa-múndi , globalização vira jogo de labirinto.

Para escolher um sócio, basta escolher o parceiro certo, no tempo certo.

Confiar em terceiros é desconfiar de segundos.

Filosofia participativa só vale para quem acredita nela.

Garantia só dá quem pode.

Marketing não é matemática. Por vezes 2 mais 2 = 5, ruim é quando 2 mais 2 dá 3.

Quem vai com muita sede ao pote, se afoga.

Um acidente pode valer tanto quanto a grande vitória.

Usar de sentimentalismo nos negócios é virtude.

O que é melhor?  Guardar um segredo ou avisar ao mundo de que o segredo é seu?

Todo campeonato tem vencedores e vencidos.

O capitalismo é o grande espetáculo dos negócios.

Uma peça só vale quando tem nome.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Trechos do livro "A ciência de enriquecer".


Este é um livro pragmático e não filosófico; trata-se de um manual prático e não de um tratado teórico. Foi escrito a pensar nos homens e mulheres cuja necessidade mais premente é o dinheiro; que desejam primeiro enriquecer e depois filosofar.
Não há maneira mais eficaz de servir Deus e o Homem do que enriquecer.

É um dado assente que este livro apresenta de modo pormenorizado os princípios da ciência de enriquecer. E se isto é verdade, então o leitor não precisa de ler mais nada sobre o assunto.

Não leia obras de teor religioso que anunciem o fim do mundo para breve, nem leia escritos de arautos da desgraça e filósofos pessimistas, que afirmam que o mundo está a caminho do inferno.
Concentre toda a sua atenção na riqueza, ignore a pobreza.

Não fale acerca da pobreza; não a investigue, nem se interesse por ela. Não interessa quais são as suas causas; isso não lhe diz respeito.
Não há mesmo nada que o leitor possa fazer pelos pobres ao tomar conhecimento destas coisas; e o conhecimento generalizado destas circunstâncias não tende de modo algum a acabar com a pobreza.

Não sinta raiva de políticos corruptos; se não fossem os políticos, cairíamos na anarquia e a oportunidade do leitor seria imensamente diminuída.

Não gaste nem um instante a sonhar acordado ou a construir castelos no ar. Agarre-se à visualização daquilo que quer e aja AGORA.
O desejo natural de crescente abundância não é algo pecaminoso ou digno de repreensão; é simplesmente a ambição de uma vida de maior abundância; é aspiração.

Transmita a impressão de progresso a tudo o que faz, de modo que todas as pessoas fiquem com a impressão de que é um Indivíduo Progressista e de que faz avançar todos aqueles que negociam consigo. Mesmo às pessoas que conhece socialmente, sem qualquer ideia de negócio, e a quem não tenta vender seja o que for, deve transmitir a ideia de acréscimo.

Deve provocar nos outros a impressão de que, ao associarem-se a si, terão a sua quota-parte de acréscimo. Assegure-se de que lhes dá um valor utilitário superior ao valor que lhes está a pedir em dinheiro.
Sinta que está a enriquecer e a tornar os outros ricos ao fazê-lo, trazendo benefícios para todos.

Muitas pessoas zombarão da ideia de que existe uma ciência exata para enriquecer; socorrendo-se da impressão de que os recursos de riqueza são limitados, insistirão que as instituições sociais e governamentais têm primeiro de sofrer modificações para que uma quantidade razoável de pessoas consiga um salário minimamente decente.

Mas isso não é verdade.

É verdade que os governos atuais mantêm a população na pobreza, mas isto acontece porque esta não pensa nem procede da Maneira Certa. Se a população começar a avançar de acordo com o método sugerido neste livro, não haverá governos nem sistemas industriais que possam impedir.
Se o povo tiver uma Mente Avançada, se tiver a Fé de que pode enriquecer e se avançar com a firme determinação de se tornar rico, não há nada que o possa manter na pobreza.

Quando o leitor tem um fracasso, isso acontece porque não pediu o suficiente; continue e algo melhor do que aquilo que procurava surgirá certamente.
O leitor não fracassará por lhe faltar o talento necessário para fazer o que deseja. Se prosseguir da forma que indiquei, desenvolverá todo o talento necessário para realizar o seu trabalho.

Não faz parte do âmbito deste livro abordar a ciência de cultivar talento, embora esta seja tão exata e tão simples como o processo de enriquecer.
Estude este livro. Faça dele o seu constante companheiro até ter dominado todas as ideias que ele contém. Durante o período em que se estiver a imbuir firmemente desta fé, convém  renunciar à maioria das atividades e dos prazeres recreativos, assim como evitar lugares onde ideias contrárias a estas são desenvolvidas em palestras ou sermões. Não se dedique a leituras pessimistas ou que manifestem visões contrárias, nem se envolva em discussões sobre o assunto. Leia muito pouco, à exceção dos autores mencionados na <<Introdução>>.  Passe a maior parte do seu tempo de lazer concentrado na sua imagem, cultivando a gratidão e lendo este livro, que contém tudo o que precisa saber acerca da ciência de enriquecer.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Bancarrota ou Falência


Falência (ou insolvência, que é um nome mais pomposo) é uma situação jurídica decorrente de uma sentença decretatória proferida por um juiz de direito onde uma empresa ou sociedade comercial se omite em cumprir com determinada obrigação patrimonial e então tem seus bens alienados para satisfazer todos seus credores.
Outros sinónimos de falência são os termos quebra e bancarrota, este último proveniente do italiano bancarotta ('banca quebrada'): no medievo, os banqueiros expunham seu dinheiro sobre um banco de madeira (daí o nome 'banqueiro'), tal como os antigos romanos o faziam na mensa argentaria. Se algum deles não honrava suas dívidas, seu banco era feito em pedaços, e ele próprio era impedido de continuar a exercer qualquer outro negócio.[1]

Definições:
As definições de falência diferem no campo econômico e jurídico. Para além destes campos, falência é também um termo associado ao ato de decretar o fim de algo: o fim de uma atividade, de um império, dos órgãos do corpo humano, como no caso de falência múltipla dos órgãos.
A falência distingue-se da insolvência, que é um estado em que o devedor tem prestações a cumprir que são superiores aos rendimentos que aufere. Uma empresa insolvente não está automaticamente ou obrigatoriamente falida. Ela poderá, ao final de um processo, ser declarada falida ou em recuperação judicial.
A definição jurídica de falência está estampada na lei de cada país.